
Saudade que não se Desfaz
Arlindo Cruz e Sombrinha
Contrastes do amor e saudade em "Saudade que não se Desfaz"
"Saudade que não se Desfaz", de Arlindo Cruz e Sombrinha, explora o amor como um sentimento cheio de contradições. A canção mostra como o amor pode ser libertador e, ao mesmo tempo, aprisionar, como no verso “É livre, é cego, é refém (mas fez motim)”. Aqui, o amor é apresentado como algo que deveria ser livre, mas que pode se transformar em uma prisão emocional, provocando conflitos internos. Essa visão dialoga com a tradição do samba, que costuma tratar emoções intensas de forma direta e honesta, sem perder a simplicidade.
O tema principal é a saudade persistente, que, como diz o título, “não se desfaz”. Metáforas como “É o Sol do meu despertar (que me esfriou)” e “É um toque de alta tensão (que me esfriou)” mostram como o amor pode ser fonte de alegria e energia, mas também de dor e vazio quando chega ao fim. O refrão traz esperança ao pedir para o coração “deixar o amor entrar” caso a pessoa amada volte, mostrando a resiliência típica das composições de Arlindo Cruz e Sombrinha. Expressões como “fome, sede, paixão” reforçam a ideia de que o amor é uma necessidade vital, enquanto o desejo de esquecer a solidão destaca a importância da presença do outro para a felicidade. A participação de Beth Carvalho no álbum ao vivo intensifica a emoção da música, valorizando a tradição do samba de celebrar tanto a dor quanto a alegria do amor.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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