
A festa é da massa
Arlindo Cruz
Resistência cultural e identidade em “A festa é da massa”
"A festa é da massa", de Arlindo Cruz, aborda o conflito entre manter as próprias raízes e ceder à pressão de padrões externos. Logo no início, o verso “Já reneguei minha raça pra lhe agradar” mostra alguém que abriu mão de sua identidade cultural para se encaixar, mas sente o peso dessa escolha. A música destaca como, mesmo diante de tentativas de apagamento, a cultura popular resiste, como reforça o trecho “Olha que a festa da massa ainda não morreu”.
A letra também critica a falsa felicidade de quem está no poder, como em “Quem sabe a falsa alegria que você tanto irradia / Não seja fruto do medo”, sugerindo que essa alegria é apenas fachada para esconder o medo de perder o controle. O dinheiro aparece como símbolo de uma liberdade ilusória: “nunca me deu liberdade”, indicando que, mesmo ao se vender, o protagonista não conquista autonomia real. Assim, Arlindo Cruz faz uma crítica direta à opressão e à alienação, defendendo a autenticidade e a celebração popular como formas de resistência e afirmação da identidade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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