
Falange do erê
Arlindo Cruz
Renovação espiritual e cultura em “Falange do erê”
“Falange do erê”, de Arlindo Cruz, explora a importância das crianças e dos Erês, entidades infantis das religiões afro-brasileiras, como fontes de renovação, proteção e alegria. A letra destaca a força espiritual da inocência e da espontaneidade, especialmente nos versos “O que importa é que a gente miúda / Me trouxe ajuda, quando eu precisei” e “só as crianças me ditam a lei”. Esses trechos mostram como a pureza infantil é vista como guia moral e espiritual, valorizando a simplicidade e a fé para superar desafios.
A música também faz referência direta ao sincretismo religioso brasileiro, citando São Cosme e Damião e o dia 27 de setembro, data tradicionalmente celebrada com a distribuição de doces como cocada, paçoca, suspiro e pipoca. O refrão “Viva Cosme e Damião, doum (doum)” reforça esse clima festivo e acolhedor, celebrando a cultura popular e os rituais de partilha. Ao afirmar “Essa gurizada me fez renascer / Hoje sou cobra criada / Salve a ibejada falange do erê”, o narrador revela que encontrou força e esperança na energia das crianças e dos Erês, simbolizando um renascimento espiritual e a valorização das raízes afro-brasileiras.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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