
O Banjo
Arlindo Cruz
Tradição e orgulho no samba em “O Banjo” de Arlindo Cruz
A música “O Banjo”, de Arlindo Cruz, destaca de forma descontraída e confiante a importância do banjo no samba e no pagode, apresentando o instrumento como símbolo de tradição e respeito às raízes do gênero. Logo no início, Arlindo afirma: “Sem ele no pagode eu não me arranjo / Vai buscar o meu banjo que hoje eu quero versar”, mostrando que o banjo é sua principal ferramenta de expressão e identidade. Essa relação é reforçada pelo contexto histórico: Arlindo Cruz é reconhecido por sua habilidade no banjo e foi peça-chave no grupo Fundo de Quintal, que inovou o samba e o pagode.
A letra também homenageia grandes nomes do samba, como Aniceto, Babau, Geraldo Babão, Paderinho e Guará, ao dizer que já “versei com” esses mestres, o que reforça sua legitimidade e respeito no meio. A referência à Festa da Penha conecta a música à cultura carioca e à tradição dos encontros de samba. O tom leve e desafiador aparece quando Arlindo ironiza quem tenta competir com ele: “Me garanto no banjo e ainda digo no pé”. Expressões como “esse mala sem alça” e “vai sobrar ouriço pra ele sentar” trazem o clima descontraído das rodas de samba, mas também deixam claro que o respeito à tradição é essencial. Assim, “O Banjo” celebra o instrumento, a confiança, a camaradagem e o orgulho de pertencer à linhagem dos sambistas autênticos.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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