
Alô Madureira
Arlindo Cruz
Cotidiano e orgulho suburbano em “Alô Madureira”
“Alô Madureira”, de Arlindo Cruz, destaca a beleza do cotidiano no subúrbio carioca, especialmente no bairro de Madureira. A música transforma cenas simples em símbolos de orgulho e identidade, mostrando que a verdadeira riqueza está nos detalhes do dia a dia. O verso “Pois só o simples é belo / E o belo simples será” resume esse olhar, valorizando pequenas alegrias e tradições locais.
A letra traz referências à infância e à convivência comunitária, como “uma bola de gude, uma atiradeira”, “papagaio empinado e o pião na fieira” e “um tutu de feijão e uma couve à mineira”. Esses elementos reforçam o tom nostálgico e celebram a cultura popular do bairro, que tem grande importância para Arlindo Cruz e para o samba. A religiosidade aparece em versos como “vela que se acende na segunda-feira” e “reza rezada pela rezadeira”, mostrando a força das tradições familiares. Já a “mulata que samba mexendo as cadeiras” homenageia a alegria e o ritmo característicos de Madureira. Assim, a música constrói um retrato afetivo do bairro, convidando o ouvinte a valorizar suas raízes e a simplicidade da vida.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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