
O Bem e o Mal
Armandinho
Contradições humanas e autoconhecimento em “O Bem e o Mal”
Em “O Bem e o Mal”, Armandinho explora a dualidade presente em cada pessoa, destacando que todos carregam dentro de si diferentes lados, como mostra o verso repetido: “Eu guardo em mim / Um Deus, um louco, um santo / Um bem e um mal”. A música propõe que aceitar essas múltiplas facetas é fundamental para o autoconhecimento e para uma visão mais generosa de si mesmo. O próprio Armandinho já comentou que a inspiração veio da reflexão sobre o divino e o profano, o bem e o mal, e as contradições internas que fazem parte da vida de todos.
A letra também utiliza a imagem dos “dois corações” – “um que é do mar / e um das canções” – para simbolizar essa divisão interna. O coração do mar representa liberdade, intensidade e tranquilidade, enquanto o das canções remete à sensibilidade e emoção. Outros trechos, como “um beijo doce” e “um cheiro de vendaval”, reforçam o contraste entre suavidade e força. Ao citar “tantas manhãs / de tanto bar / tantas paixões”, Armandinho amplia o tema para as experiências vividas, mostrando que somos feitos de momentos calmos e turbulentos, de amores e excessos. Assim, a música convida o ouvinte a reconhecer e abraçar suas próprias contradições como parte essencial da autenticidade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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