O amor persistente e nostálgico em “Mía” de Armando Manzanero
Em “Mía”, Armando Manzanero explora o sentimento de apego e a dificuldade de aceitar o fim de um relacionamento. A repetição da palavra “Mía” (“minha”) não é apenas uma expressão de posse, mas revela a recusa em deixar o passado para trás. No verso “aunque mañana te liguen otros lazos / no habrá quién sepa llorar en tus brazos” ("ainda que amanhã outros laços te prendam / não haverá quem saiba chorar em seus braços"), Manzanero mostra a convicção de que, mesmo que a pessoa amada siga em frente, a conexão construída entre eles é única e insubstituível.
Lançada em 1968, a canção carrega o tom nostálgico e romântico característico da obra de Manzanero, um dos grandes nomes da música latino-americana. A letra sugere que o amor deixa marcas profundas, como nos versos “porque jamás dejarás de nombrarme / y cuando duermas habrás de soñarme” (“porque jamais deixará de dizer meu nome / e quando dormir, há de sonhar comigo”). Essa perspectiva, que beira a possessividade, reflete tanto a esperança de que o sentimento seja eterno quanto a dificuldade de aceitar a separação. A insistência em “nunca te olvides, sigues siendo mía” (“nunca se esqueça, você continua sendo minha”) reforça o desejo de manter viva a ligação, tornando “Mía” um clássico sobre o amor persistente e a saudade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.




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