
O Pulso
Arnaldo Antunes
Resistência e fragilidade humana em "O Pulso" de Arnaldo Antunes
Em "O Pulso", Arnaldo Antunes apresenta uma lista quase interminável de doenças físicas e condições emocionais, criando uma atmosfera repetitiva e intensa que expõe a vulnerabilidade humana. O refrão, "o pulso ainda pulsa", serve como um lembrete constante de que, apesar de todas as ameaças à saúde do corpo e da mente, a vida persiste. Segundo o próprio Arnaldo Antunes e os Titãs, a música foi composta em um contexto de preocupação com epidemias e sofrimentos, mas também como uma afirmação da força vital que resiste a tudo isso.
A letra mistura doenças reais, como "peste bubônica", "câncer" e "tuberculose", com sentimentos e comportamentos negativos, como "rancor", "estupidez", "ciúmes" e "hipocrisia". Essa combinação mostra que o sofrimento humano vai além do físico, atingindo também o psicológico e o social. O verso "E o corpo ainda é pouco" sugere que, diante de tantas adversidades, a existência humana ultrapassa o corpo físico, apontando para uma resistência quase espiritual. A música também ganhou destaque em contextos políticos e paródicos, mostrando que sua mensagem de persistência pode ser reinterpretada, mas sempre mantém o foco na capacidade de sobrevivência mesmo quando tudo parece conspirar contra a vida.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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