
Envelhecer
Arnaldo Antunes
Reflexão bem-humorada sobre o tempo em “Envelhecer”
Em “Envelhecer”, Arnaldo Antunes desafia a ideia de que juventude é sinônimo de modernidade ao afirmar: “a coisa mais moderna que existe nessa vida é envelhecer”. Com ironia, ele valoriza o processo natural do tempo e propõe uma nova perspectiva sobre o envelhecimento. A letra mistura referências nostálgicas, como o desejo de colocar Rita Pavone como toque de celular, criando uma ponte entre passado e presente de forma leve e divertida. Essa escolha reforça a influência da Jovem Guarda e sugere que aceitar o envelhecimento pode ser algo positivo e até moderno.
A canção foi escrita quando Antunes se aproximava dos 50 anos, o que se reflete na curiosidade e no enfrentamento do futuro: “Não quero morrer pois quero ver / Como será que deve ser envelhecer”. O tom da música é de aceitação e celebração das mudanças físicas e emocionais, como nos versos sobre a barba, os cabelos e o esquecimento do próprio nome, além de ser chamado de “velho gagá”. Ao ironizar a busca por uma juventude eterna — “ser eternamente adolescente nada é mais demodé” —, Antunes critica a recusa em aceitar o presente e destaca a importância de aprender com o tempo. Assim, “Envelhecer” transforma o medo do tempo em curiosidade e humor, convidando o ouvinte a enxergar o envelhecimento como uma experiência rica e inevitável.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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