
Vilarejo
Arnaldo Antunes
O ideal de acolhimento e paz em "Vilarejo" de Arnaldo Antunes
Em "Vilarejo", Arnaldo Antunes mistura referências reais e míticas, como "Palestina" e "Shangri-lá", para criar a imagem de um lugar de paz universal e utópico. Essa fusão mostra o desejo de unir o mundo concreto com o imaginário, sugerindo que o refúgio descrito na música é tanto um sonho coletivo quanto uma esperança possível. O verso “Toda a gente cabe lá” destaca a ideia de inclusão total, onde ninguém é excluído e todos podem viver juntos em harmonia.
A letra constrói um ambiente de tranquilidade e esperança, usando imagens como “o horizonte deitar no chão” e “lá o tempo espera, lá é primavera” para transmitir a sensação de um tempo que não passa e de renovação constante. Detalhes do cotidiano, como “frutas em qualquer quintal” e “em todas as mesas pão”, reforçam a ideia de simplicidade e fartura. Já “portas e janelas ficam sempre abertas pra sorte entrar” simboliza a receptividade e a confiança no futuro. No final, a música se apresenta como companhia e consolo, oferecendo “um verdadeiro amor para quando você for”, ampliando o sentimento de acolhimento e pertencimento que atravessa toda a canção.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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