
As Árvores
Arnaldo Antunes
Reflexão sobre conexão e respeito em “As Árvores”
A música “As Árvores”, de Arnaldo Antunes, destaca a importância de observar o cotidiano e valorizar a simplicidade da vida. Ao descrever as árvores como “fáceis de achar” e detalhar suas funções naturais — “mamam do sol pelas folhas”, “bebem água”, “cantam no vento” —, a canção constrói uma metáfora clara sobre a interdependência entre todos os seres vivos e o ambiente. Essa abordagem mostra como as árvores, mesmo sendo parte comum do cenário, têm um papel fundamental no equilíbrio da natureza, reforçando a ideia de que tudo está conectado em um ciclo de crescimento e troca.
A letra também faz um paralelo entre árvores e pessoas: “Crescem pra cima como as pessoas / Mas nunca se deitam / O céu aceitam”. Essa comparação evidencia a verticalidade e a constância das árvores, em contraste com a mobilidade humana, e sugere uma aceitação tranquila do próprio lugar no mundo. No trecho final, “Perdão pelo coração / Que eu desenhei em você / Com o nome do meu amor”, surge um tom afetivo e nostálgico, reconhecendo o costume de marcar árvores com declarações de amor, mas também pedindo desculpas por esse gesto, que acaba ferindo a natureza. Assim, “As Árvores” propõe uma reflexão sobre respeito, contemplação e a necessidade de repensar nossas atitudes diante da vida ao nosso redor.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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