
Cultura
Arnaldo Antunes
Provocações lúdicas e conexões em “Cultura” de Arnaldo Antunes
A música “Cultura”, de Arnaldo Antunes, utiliza comparações inusitadas para provocar o ouvinte a enxergar o mundo de forma diferente. Frases como “O silêncio é o começo do papo” e “O escuro é a metade da zebra” brincam com a lógica cotidiana, mostrando como elementos simples podem ganhar novos sentidos quando colocados lado a lado. Essas associações, que parecem óbvias ou até absurdas, despertam a curiosidade e estimulam a imaginação, reforçando o tom lúdico e questionador da canção.
O fato de “Cultura” ter surgido como poema e sido adaptada para o público infantil explica o caráter experimental e educativo da letra. A música incentiva o jogo com palavras e sentidos, convidando crianças e adultos a explorarem as possibilidades da linguagem. O verso final, “Bactérias num meio é cultura”, funciona como um trocadilho que encerra a canção com uma reflexão dupla: além de se referir ao cultivo de bactérias em laboratório, sugere que a cultura humana também nasce da mistura, do contato e da transformação de elementos diversos. Assim, Arnaldo Antunes propõe que a criatividade e o conhecimento surgem justamente dessas conexões inesperadas, mostrando que observar e comparar são formas essenciais de construir significado.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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