
Beije-me Cowboy
Arte No Escuro
Solidão e marginalidade em “Beije-me Cowboy” do Arte No Escuro
Em “Beije-me Cowboy”, do Arte No Escuro, a repetição do verso “Beije-me cowboy” destaca uma busca intensa por conexão em um cenário de decadência e autodestruição. A música retrata o submundo de Brasília, trazendo referências diretas à prostituição, travestis e situações de violência, como nos versos “Corte seus pulsos” e “Mas puxe o gatilho”. Esses trechos evidenciam tanto o desejo quanto o impulso autodestrutivo presentes na narrativa.
A letra descreve ambientes degradados, como “tapetes sujos”, “vidros quebrados” e “olhe aqueles olhos negros”, reforçando a atmosfera sombria e urbana típica do pós-punk e do rock gótico, estilos que influenciaram a banda. O título, que pode ter surgido como “Beije-me Call Boy”, sugere relações marcadas por transações, poder e marginalidade. Ao abordar prostitutas e travestis, a música expõe a vulnerabilidade desses personagens e explora as dinâmicas de desejo e exclusão social. O pedido de amor e beijo, mesmo em meio à dor e violência, revela a complexidade das emoções humanas diante do abandono e da busca por pertencimento, tornando “Beije-me Cowboy” um retrato direto e intenso da vida à margem.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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