Sessão de Cria (Fame Remix)
Arthurzim
Contrastes de ostentação e instabilidade em “Sessão de Cria (Fame Remix)”
"Sessão de Cria (Fame Remix)", de Arthurzim, retrata de forma direta o cotidiano de ostentação, festas e excessos vividos por jovens das periferias urbanas, especialmente do Nordeste. A letra, marcada por gírias e referências ao universo do trap, como "chapado de lean", "Rollie Rollie" (Rolex), "Money Rain" e "Dom Pérignon", mostra o consumo de luxo como símbolo de status e superação das dificuldades. No entanto, o artista vai além da celebração: ao abordar a efemeridade desse estilo de vida, ele sugere que o glamour é passageiro e pode desaparecer rapidamente. Isso fica claro no trecho "Foi tudo uma onda e eu não tô vendo ninguém", que revela uma ressaca emocional e material após o auge da festa.
Arthurzim, vindo da periferia de Fortaleza e com trajetória independente, utiliza essas imagens para mostrar tanto a conquista quanto a vulnerabilidade de quem ascende socialmente, mas ainda enfrenta riscos constantes, como a repressão policial. Isso aparece em versos como "E se os homi' bater, nois dá fuga é de bm" e "E se os homi bater eu vou parar é na Febem". O tom irreverente e sexualizado da letra, com frases explícitas e duplo sentido, reflete a busca por prazer imediato e a liberdade típica do trap brasileiro, mas também traz uma crítica implícita à instabilidade e volatilidade desse universo.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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