
Cheiro da Gasolina
Ary Lobo
O fascínio feminino pelo automóvel em “Cheiro da Gasolina”
Em “Cheiro da Gasolina”, Ary Lobo faz uma sátira bem-humorada ao fascínio que as mulheres dos anos 1960 sentiam por motoristas e seus carros, época em que o automóvel era símbolo de status e modernidade. O cantor utiliza o “cheiro da gasolina” como metáfora para esse encanto, indo além do interesse pelo veículo e destacando o prestígio social de quem o dirige. Logo no início, o narrador questiona Terezinha sobre o motivo de as mulheres não resistirem ao “cheiro da gasolina”, sugerindo que esse desejo está ligado à ascensão social proporcionada pelo carro.
A letra descreve situações cotidianas, como quando as mulheres deixam tarefas domésticas ou até laços familiares para admirar motoristas, exemplificado em “deixa o feijão queimar / sai na carreira pra ver o carro passar”. O humor surge ao exagerar esse comportamento, sempre atribuindo a culpa ao “cheirinho da gasolina”. Ary Lobo, conhecido por retratar costumes populares, transforma esse fenômeno em uma crônica divertida sobre desejos, vaidades e as mudanças de comportamento feminino diante da modernidade, mostrando como o automóvel influenciou relações sociais e valores da época.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.




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