
Paga Que Paga
Ary
Contraste social e responsabilidade em "Paga Que Paga"
"Paga Que Paga", de Ary, faz uma crítica direta à diferença entre a imagem de sucesso que algumas pessoas exibem e a realidade de descaso dentro de casa. A letra destaca como certos indivíduos ostentam roupas de marca e status de "pai grande" em público, mas deixam seus filhos em situação de necessidade. Isso fica claro no refrão: "No corpo é só grife / E os candengues chupam dedo no cubico", onde "candengues" significa crianças e "cubico" é casa, termos que reforçam a ligação com a cultura angolana e dão mais peso à crítica social.
A música também aborda o julgamento social e as falsas impressões criadas por esse comportamento. Em versos como "Tua família fala muito mal de mim / Julgando que tu me dás fundos e mundos / Mas a verdade é que o teu cumbú eu não vejo", Ary denuncia tanto a hipocrisia do personagem quanto a pressão e os preconceitos enfrentados por quem convive com ele. A repetição de frases como "Quem gera, cuida ê / Quem nasce, cria ê / Mas você não pensa nisso" reforça a cobrança por responsabilidade familiar. Com um tom emocional forte, Ary transforma a canção em um apelo à consciência, usando sua influência para dar voz a uma situação comum em muitos lares e chamar atenção para a importância do cuidado e do compromisso com a família.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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