Boa Nova
As Fulô do Cerrado
Planta as flores com seu arado
Corre o rio que não se vê
As fulô desse meu cerrado
Trazem boa nova pra você
Vem cangaço
Espalha o fino fio que corre
O xaxado
Nas breves colcheias se lança
Meu gingado
Se faz das batidas de quem riu
Salve mestres, ritos, brincadeiras do nosso Brasil
Vem de pife, corpo e caia
Na divina dança
Divina dança
Sinta o som, calce a sandália
Cai e se levanta
Lá vem o boi, mês junino
Lá vem o mateu a brincar
Lá vem o rosto do menino
Pintado de festa, de Sol, de luar
Vem de pife, corpo e caia
Na divina dança
Divina dança
Sinta o som, calce a sandália
Cai e se levanta
Lá vem o boi, mês junino
Lá vem o mateu a brincar
Lá o rosto do menino
Pintado de festa, de Sol, de luar
Planta as flores com seu arado
Corre o rio que não se vê
As fulô desse meu cerrado
Trazem boa nova pra você



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