
Camisa Listrada
Assis Valente
Carnaval e crítica social em “Camisa Listrada” de Assis Valente
Em “Camisa Listrada”, Assis Valente usa o Carnaval como cenário para questionar as normas sociais de forma leve e bem-humorada. O personagem principal foge dos padrões tradicionais ao se fantasiar com objetos do dia a dia, como cortina de veludo e cabo de vassoura, mostrando a criatividade popular e a capacidade de transformar o comum em algo festivo. Ao trocar o "chá com torrada" pelo "parati" e tirar o "anel de doutor" para evitar comentários, o protagonista ironiza a rigidez das convenções sociais e destaca como o Carnaval permite que todos se misturem, independentemente de classe ou status.
A referência à fantasia de Antonieta e à participação no bloco Bola Preta reforça o clima de irreverência e liberdade típico do Carnaval carioca, onde a inversão de papéis e a brincadeira são valorizadas. O refrão "mamãe eu quero mamar" traz um tom infantil e debochado, sugerindo tanto a busca por diversão sem compromisso quanto uma provocação aos comportamentos adultos esperados. Assim, Assis Valente transforma a música em uma crônica sobre o Carnaval como espaço de alegria, criatividade e crítica social disfarçada de festa.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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