
Caatinga e Arrasta Pé
Assisão
Tradição nordestina e festa em “Caatinga e Arrasta Pé”
Em “Caatinga e Arrasta Pé”, Assisão celebra com orgulho suas raízes nordestinas ao unir a paisagem árida da caatinga com a energia do forró. Logo no início, o verso “Caatinga branca quebra a faca e marmeleiro” destaca a vegetação típica do sertão, mostrando como o ambiente influencia a vida e a cultura local. Quando diz “cavalo eu sou ligeiro na caatinga do sertão”, o artista ressalta a habilidade e a adaptação necessárias para viver nesse cenário, mas logo faz um contraste com o clima festivo: “Mais no salão eu gosto de arrasta-pé / Não precisa de cavalo pra modo pegar mulher”. Aqui, Assisão brinca com a diferença entre o cotidiano rural e a animação das festas, mostrando que, no forró, o charme e a dança são mais importantes do que a valentia do sertão.
Na segunda parte, a música mergulha no clima das festas juninas, expressando o desejo de prolongar a diversão: “Eu tenho pena desta noite se acabar / Dançar contigo eu me sinto bem / Eu vou dar mais cem pro forro não terminar”. O artista valoriza o momento coletivo, a alegria da dança e a celebração das tradições. Assisão, conhecido por exaltar a cultura nordestina, transforma elementos do dia a dia sertanejo e das festas populares em uma homenagem vibrante à identidade regional.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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