
Los Ejes de Mi Carreta
Atahualpa Yupanqui
Liberdade e solidão em "Los Ejes de Mi Carreta"
Em "Los Ejes de Mi Carreta", Atahualpa Yupanqui retrata um personagem que desafia as expectativas sociais ao se recusar a "engrasar los ejes" (engraxar os eixos) de sua carreta, mesmo diante das críticas. Essa escolha não é fruto de descuido, mas sim uma decisão consciente de valorizar o som dos eixos rangendo como companhia e distração durante a solidão das longas jornadas pelo campo. O personagem, inspirado no gaúcho sul-americano, transforma o que seria considerado um defeito em uma forma de manter-se fiel a si mesmo e de lidar com o isolamento da vida rural.
A letra utiliza a carreta e seus eixos como metáfora para a própria existência. Ao preferir o barulho ao silêncio, o narrador revela sua aceitação da solidão e do ritmo repetitivo do campo, além de sua recusa em se submeter às expectativas dos outros. O trecho “No necesito silencio, yo no tengo en qué pensar / Tenía, pero hace tiempo / Ahora ya no pienso más” (Não preciso de silêncio, não tenho no que pensar / Tinha, mas faz tempo / Agora já não penso mais) mostra um desapego das preocupações do passado e uma serenidade diante da vida. Assim, "Los Ejes de Mi Carreta" destaca a liberdade de viver de acordo com as próprias regras, mesmo que isso signifique ser visto como alguém "abandona'o" pelos demais.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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