Tradução gerada automaticamente

El Salitral
Atahualpa Yupanqui
O Salitrão
El Salitral
A cordilheira fica sem ventosLa cordillera se queda sin vientos
Quando a terra começa a empobrecer sua seivaCuando la tierra comienza a empobrecer su savia
E a enriquecer seus brilhosY a enriquecer sus brillazones
E nascem as salinasY nacen las salinas
Para lá marcham os homens do AndeHacia ella marchan los hombres del Ande
Levando seus burricos caminhantesArriando sus burricos caminadores
Marcham rumo ao Salar de AtacamaMarchan hacia el Salar de Atacama
Para Campo Paciencia, para Tola PampaHacia Campo Paciencia, hacia Tola Pampa
Para Tolar Grande, para Tolar ChicoHacia Tolar Grande, hacia Tolar Chico
Nomes que o índio dáNombres que el indio le pone
Como marcos para sua fadigaComo jalones para su fatiga
Para seu descanso, para sua grande paciênciaPara su descanso, para su gran paciencia
A cor do silêncio é de um profundo tom pardoEl color del silencio es de un hondo tono pardo
No qual flutuam vibrações de uma campana agitadaEn el que flotan vibraciones de una campana agitada
Por um anseio infinitoPor un infinito anhelo
Coisas da vida solitária, alta e esquecidaCosas del vivir solitario, alto y olvidado
Formam o tom e a cor desses silêncios indígenasForman el tono y el color de esos silencios indios
Que às vezes se transformam em uma cançãoQue a veces se transforman en una canción
Ou se tornam com dramática alegriaO se convierten con dramática alegría
Um grito enlouquecido da bagualaEn un enloquecido gritar la baguala
Que dispara para cimaQue dispara hacia arriba
Como se quisesse se enforcar no laço interminável do caminhoComo buscando ahorcarse en el lazo inacabable del camino
Quando a luz fica doceCuando la luz se pone dulce
Uma grande sombra se estende sobre o salitrãoUna gran sombra se extiende sobre el salitral
O Sol vai se pondo atrás dos morrosEl Sol se va cayendo por detrás de los cerros
O brilho se atenua e o frio começa a morder a ponta dos ponchosLa brillazón se atenúa y el frío comienza a morder la punta de los ponchos
É aí que a esperança começa a nascerAhí es donde empieza a nacer la esperanza
Quando se toca terra firme e se está perto da fonte de água doceCuando se toca tierra firme y se está cerca de la vertiente de agua dulce
É aí que a esperança começa a renascerAhí comienza a renacer la esperanza
É aí que a raiz do canto começa a brotarAhí comienza a brotar la raíz del canto
(Por que plantei a semente)(¿Por qué planté la semilla)
(Tão perto do salitrão?)(Tan cerca del salitral?)
(Se lá não cresce uma planta)(Si allí no crece una mata)
(Que não tenha gosto de sal)(Que no tenga gusto a sal)
Nem uma flor no caminhoNi una flor en el camino
É coisa para pensarEs cosa para pensar
Quanta lágrima caiuCuánta lágrima ha caído
(Para que isso se torne sal)(Pa' que esto se vuelva sal)
Pobre meu campo tão secoPobre mi campo tan seco
Minhas mãos estão paradasMis manos quietas están
(No dia que eu plante despedidas)(El día que siembre adioses)
(Nem um adeus vai germinar)(Ni un adiós germinará)
As aves passam de largoLas aves pasan de largo
Para os montes vãoHacia los montes se van
Só resta um grande silêncioSolo queda un gran silencio
Estendido na areiaTendido en el arenal
(Por que plantei a semente)(¿Por qué planté la semilla)
(Tão perto do salitrão?)(Tan cerca del salitral?)
(Se no dia que eu plante despedidas)(Si el día que siembre adioses)
(Nem um adeus vai germinar)(Ni un adiós germinará)



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