
Vai, Mas Vai Mesmo
Ataulfo Alves
Ruptura e autonomia em "Vai, Mas Vai Mesmo" de Ataulfo Alves
"Vai, Mas Vai Mesmo", de Ataulfo Alves, destaca-se pela clareza e firmeza ao abordar o fim de um relacionamento. A repetição do verso “Eu não quero você mais, nunca mais” elimina qualquer dúvida sobre a decisão de terminar, mostrando um desabafo direto e definitivo. O trecho “põe a mão na consciência” evidencia que houve sofrimento e injustiça, e que agora o foco é o próprio bem-estar, sem espaço para concessões ou arrependimentos.
Lançada em 1958 e popularizada por Nora Ney no Carnaval de 1959, a música ganha ainda mais força pelo contexto da época e pela intérprete, conhecida por canções de tom melancólico. A letra carrega mágoa, como em “Você machucou meu peito / Não tem mais o direito / De mandar no meu amor”, mas transforma essa dor em impulso para a libertação. Ao pedir que o outro “dê a outro o seu carinho” e “me abandone por favor”, a canção encerra o ciclo de sofrimento e reafirma a autonomia emocional de quem canta, tornando-se um símbolo de autodefesa e recomeço.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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