
Feminina
Athaliba e a Firma
A força e o mistério da mulher em “Feminina” de Athaliba e a Firma
A música “Feminina”, de Athaliba e a Firma, explora a complexidade da mulher ao unir força, sensualidade e delicadeza em uma só figura. A letra constrói a imagem feminina como algo quase mítico, destacando sua autonomia e mistério. Isso fica claro em versos como “uma deusa iluminada, beleza inatingível nem pelo amanhecer”, que ressaltam não apenas o poder de atração, mas também a independência da personagem. O jogo de sedução, presente em “faz jogo de olhar e sedução” e “jeitinho indecente, sutilmente faz ares de carente”, é mostrado como uma escolha consciente, reforçando que ela controla sua imagem e o efeito que causa ao redor.
No contexto do rap nacional dos anos 90, conhecido por letras de crítica social, “Feminina” se destaca por abordar a feminilidade com respeito e lirismo, evitando objetificações. A transformação da mulher ao longo do dia – “de dia ela se veste... à noite... se sente feminina, felina, uma fera assassina” – simboliza a multiplicidade de papéis e facetas que ela pode assumir, transitando entre delicadeza e força. O refrão, “Seu olhar vai na rua num brinde à madrugada / É uma simples moldura à lua prateada”, reforça a ideia de liberdade e celebração da própria existência. O narrador expressa admiração, desejo e saudade, tornando a canção uma homenagem sensível à presença marcante da mulher.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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