
Revendo o Passado
Augusto Calheiros
Nostalgia e resignação em "Revendo o Passado" de Augusto Calheiros
"Revendo o Passado", interpretada por Augusto Calheiros e composta por Freire Júnior em 1926, aborda a nostalgia de forma intensa e dolorosa. O verso “Recordar o passado é uma exumação / De um amor sepultado em nosso coração” deixa claro que revisitar antigas memórias amorosas não é apenas um ato de saudade, mas também de sofrimento. A escolha da palavra “exumação” reforça a ideia de que trazer à tona sentimentos antigos pode ser um processo doloroso, já que envolve reviver emoções que deveriam estar enterradas.
A letra utiliza imagens como “cinzas de seu bem” e “extinta fogueira” para mostrar o que restou de um amor que já acabou. O trecho “Crer não’um sonho de ilusão / Ver na imaginação a imagem do primeiro amor” revela como as lembranças podem ser idealizadas, mas, no fundo, são apenas ecos do que já foi vivido. O refrão “Despertar e procurá-lo em vão / E ver que foi uma visão / Somente um sonho de ilusão!” resume o sentimento de resignação da música, reconhecendo que, por mais que se queira reviver o passado, tudo não passa de uma ilusão. A interpretação emotiva de Calheiros amplia esse sentimento, tornando a canção um retrato sensível das dores e esperanças diante do tempo e do amor perdido.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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