Crianças inocentes fiquem longe da cidade
Auryshanti
Crescimento e vulnerabilidade em "Crianças inocentes fiquem longe da cidade"
Em "Crianças inocentes fiquem longe da cidade", Auryshanti expõe de forma direta a vulnerabilidade de quem enfrenta a transição da juventude para a vida adulta em um ambiente urbano hostil. A artista utiliza versos como “Tô vendo vulto” e o pedido de desculpas aos pais por não ir ao culto para mostrar o afastamento do lar e de referências espirituais, indicando uma busca por apoio e sentido em meio ao caos da cidade. O verso “Quando me olhei no espelho, não consegui me enxergar mais” destaca a crise de identidade e o impacto emocional desse período de mudanças, algo recorrente nas composições introspectivas de Auryshanti.
O título da música funciona como um alerta sobre os perigos e a perda de inocência no ambiente urbano, reforçado por menções a “covardes” e à saudade de tempos mais simples, como em “Tenho saudade do tempo que eu tinha liberdade / Ainda não tinha vivido toda essa tempestade”. A busca por respostas espirituais aparece em “Eu ajoelhei, eu olhei pro céu”, mostrando a tentativa de encontrar alívio para o sofrimento. Já o trecho “Talvez eu seja curiosa demais, não é depressão” revela uma honestidade desconcertante sobre pensamentos autodestrutivos, mas também a inquietação de quem quer entender a si mesma e ao mundo. O tom confessional e autêntico da letra, reconhecido pelo público, transforma a canção em um retrato sensível das dores e dúvidas do amadurecimento.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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