Alegria (Piranha do Banheiro)
Baby Marcelo
Liberdade e celebração em “Alegria (Piranha do Banheiro)”
Em “Alegria (Piranha do Banheiro)”, Baby Marcelo assume uma postura provocadora ao se autodenominar “piranha do banheiro”, transformando um termo pejorativo em símbolo de liberdade e empoderamento sexual. A música desafia padrões morais tradicionais ao brincar com rótulos como “vagabunda”, “safada” e “pecado”, mas sempre com um tom de celebração. Isso fica evidente em versos como “Meu corpo é um carnaval” e “Só tenho tempo para ser feliz”, que reforçam a ideia de viver o prazer sem culpa.
O banheiro, geralmente visto como um espaço privado ou marginalizado em festas, é ressignificado como palco de encontros e expressão livre do desejo. A letra mistura elementos de fantasia e festa, como “maravilha, fantasia, alegria e magia”, com referências explícitas à sexualidade e à transgressão, criando uma atmosfera carnavalesca e libertária. Termos como “troya assassina” e a repetição de “eu sou o pecado, a vergonha” são usados de forma irônica, subvertendo o julgamento social e transformando-o em motivo de orgulho. Assim, a canção se destaca como um hino à autenticidade, ao prazer e à quebra de tabus, celebrando quem escolhe viver intensamente, sem medo do olhar dos outros.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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