
Poetas No Topo 2
Baco Exu do Blues
Crítica social e orgulho negro em “Poetas No Topo 2”
Em “Poetas No Topo 2”, Baco Exu do Blues e outros artistas usam o rap para criticar a comercialização do gênero e valorizar a cultura negra. Nos versos de Baco, como “Cês têm dinheiro, eu tenho letra. Roubo o dinheiro de MCs para dar para mães pretas. Prada pra preta, Prada pra preta”, fica clara a denúncia contra a busca superficial por status e riqueza. Ele propõe uma redistribuição simbólica de recursos, mostrando compromisso com a comunidade negra e autenticidade artística, em contraste com artistas que priorizam o lucro. Essa postura reforça o papel histórico do rap como ferramenta de resistência e transformação social.
A música também traz referências a figuras e movimentos de luta, como quando Coruja BC1 diz: “Tomei de assalto, me chamem de Huey Newton”, citando o cofundador dos Panteras Negras. Esse verso destaca o rap como espaço de resistência e consciência política, além de incentivar o estudo e o conhecimento. Os demais artistas compartilham relatos de superação, críticas à hipocrisia e orgulho das conquistas, como no trecho em que Raffa Moreira fala sobre sair de Guarulhos e chegar ao Rio de Janeiro de avião. O tom confiante e realista da faixa mostra que, apesar dos desafios, os “poetas” seguem no topo, orgulhosos de suas trajetórias e atentos à responsabilidade social do rap.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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