
De Museo
Bad Bunny
Lealdade e conquistas em "De Museo" de Bad Bunny
Em "De Museo", Bad Bunny utiliza o Bugatti Chiron Sport 110 Ans, chamado de "máquina de museo", como símbolo de sucesso, mas também como um lembrete do caminho que percorreu e das raízes que mantém. O carro, mais do que um objeto de ostentação, representa uma conquista que não o afasta de sua essência. Isso fica claro nos versos “Un hermano no se traiciona, la familia nunca abandona” / “Y yo no he cambia'o / Por má' dinero, por má' mujere'”, em que ele afirma sua lealdade e autenticidade, mostrando que a fama e o dinheiro não mudaram seus valores nem seus laços familiares e de amizade.
A música também traz uma dimensão emocional ao homenagear amigos que já se foram, como em “Por lo' hermano' que están y to' lo' que se han ido / Ey, que desde el cielo me vigilan” (Pelos irmãos que estão aqui e todos os que já se foram / Ei, que do céu me vigiam). Esse trecho reforça a ideia de gratidão e respeito pelas pessoas que fizeram parte de sua trajetória. Além disso, Bad Bunny faz referência à vida nas ruas e às dificuldades enfrentadas, como em “La calle está que pela / Siempre andamo' en el joseo” (A rua está perigosa / Sempre estamos na correria), e utiliza gírias e menções esportivas, como “Moviéndome, ey, como Iverson se movía” (Me movendo, ei, como Iverson se movia), para reafirmar sua identidade e origem humilde. Assim, "De Museo" equilibra ostentação, reflexão e lealdade, mostrando um artista que valoriza suas conquistas sem perder a conexão com suas origens.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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