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ME FAZ TÃO BEM

BAD LUV

Por que “ME FAZ TÃO BEM” refaz a identidade afetiva

Em “ME FAZ TÃO BEM”, o amor não aparece como anestesia, e sim como alerta e abrigo. A identidade do eu lírico se recompõe ao se ver reconhecido no outro, como afirma o refrão: “me vejo em seu olhar / me lembro quem realmente sou”. Não é dependência; é um lembrete de autenticidade. Essa ideia dialoga com o que o BAD LUV propõe no álbum NÓS: conexão verdadeira e autodescoberta. A faixa, composta por Caio Weber e Gee Rocha, rejeita o raso e sustenta que vínculos genuínos são essenciais para o bem-estar emocional.

A trajetória narrada vai da deriva ao reencontro. O eu lírico admite vaidade e “vícios”, a ansiedade que o torna “refém” e a sensação de virar “um fantasma / assombrando minha própria vida” — imagens de autoabandono e culpa. Sem direção, “qualquer caminho / parece uma boa escolha”; o medo da solidão empurra para a fuga, “escondido na multidão”, e para a autoenganação, “me dopando de mentiras”. Em contraponto, surge o desejo pelo concreto: “Eu quero o que é real / O superficial não preenche”, em linha com o projeto de NÓS de romper com a superficialidade. No clímax, “Seu abraço é o despertador” condensa a virada: acorda do “pesadelo” e acolhe “em meio ao vento turbulento”. O pulsar do outro funciona como âncora e espelho, estabiliza a ansiedade e reacende, com ternura e firmeza, “quem realmente sou”.

Composição: Caio Weber / Gee Rocha. Essa informação está errada? Nos avise.

O significado desta letra foi gerado automaticamente.


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