
Cucurrucucú Paloma
Joan Baez
Dor e esperança em "Cucurrucucú Paloma" de Joan Baez
Em "Cucurrucucú Paloma", Joan Baez interpreta uma canção marcada pelo simbolismo do canto da pomba, que representa a dor silenciosa e persistente de um amor não correspondido. A onomatopeia "cucurrucucú" imita o som do animal, mas também expressa o lamento do homem abandonado, cuja tristeza é tão intensa que "el mismo cielo se estremecía al oír su llanto" (até o próprio céu estremecia ao ouvir seu choro). Composta por Tomás Méndez, a música ganhou força ao ser interpretada por grandes vozes, como a de Baez, tornando-se um hino à dor amorosa.
A letra retrata um homem consumido pelo sofrimento, que "no más se le iba en puro llorar" (ele só fazia chorar) e "no más se le iba en puro tomar" (ele só fazia beber), mostrando o impacto devastador da perda. A imagem da pomba cantando em uma casa vazia, com "puertitas de par en par" (portinhas totalmente abertas), sugere uma espera interminável e uma esperança que persiste mesmo diante da ausência. O verso "Juran que esa paloma no es otra cosa más que su alma" (juram que essa pomba não é outra coisa senão sua alma) reforça a ideia de que o sofrimento do personagem se funde ao ambiente e à memória. No final, a canção aconselha a pomba a não chorar, pois "las piedras jamás, paloma, que van a saber de amores!" (as pedras nunca, pomba, vão saber de amores!), indicando que só quem ama profundamente entende essa dor, enquanto o mundo ao redor permanece indiferente.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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