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A Laje (part. Emicida, Melly e Kandace Lindsey)

BaianaSystem

Reflexão social e esperança em "A Laje (part. Emicida, Melly e Kandace Lindsey)"

"A Laje (part. Emicida, Melly e Kandace Lindsey)", do BaianaSystem, transforma a laje em um ponto de observação das desigualdades sociais e dos contrastes urbanos. O verso “gente tirando da fonte / gente debaixo da ponte” destaca a distância entre quem tem acesso a recursos e quem vive à margem, reforçando a crítica à distribuição desigual de oportunidades. As cores citadas na letra — azul do céu, amarelo das estrelas, verde do mar, vermelho que mata — conectam elementos naturais à experiência social e à violência cotidiana, como em “do vermelho que mata (maldade que nem me conte)”.

O álbum "O Mundo Dá Voltas" e a participação de Emicida, Melly e Kandace Lindsey reforçam a ideia de diversidade e coletividade, presente em versos como “gente junto, gente / que na batalha panca o dente na corrente”. A música faz críticas sociais diretas, como em “quem vai vingar os oprimidos é o planeta” e “o vilão da segurança é o polícia que te aborda”, apontando para a opressão estatal e a corrupção política. O trecho “meu país derrapa, faz a curva sem dar seta” resume a sensação de desgoverno. Apesar disso, a letra também traz esperança e resistência, como em “esperança é os pieve aí correndo, espoleta / pega essa visão pra ficar longe da gaveta / mira no horizonte que na laje eu sou um cometa”, mostrando a laje como espaço de sonho, criatividade e perspectiva de futuro.

O significado desta letra foi gerado automaticamente.


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