
Magnata
BaianaSystem
Crítica social e ironia sobre riqueza em “Magnata”
Em “Magnata”, BaianaSystem faz uma crítica direta à ostentação e ao vazio do poder financeiro. A música utiliza ironia ao retratar o magnata como alguém que elimina tudo o que não traz lucro, evidenciado nos versos “Mata, o que não engorda mata / Mata, mata mas não me maltrata”. Aqui, a letra denuncia como a busca incessante por riqueza é autodestrutiva e não traz satisfação real. O termo “magnata”, que historicamente se refere a grandes nobres, reforça a crítica à elite isolada, mostrando que, apesar do poder, ela também enfrenta decadência, como em “A fruta podre que já foi de vez / De magnata agora vive ingrata”.
A canção também diferencia necessidade de excesso, como em “Prato tá na mesa, mas não é fome, é gula!”, apontando que o acúmulo de riqueza vai além da sobrevivência e se transforma em ganância. O verso “Magnata tem dinheiro, tem sangue de barata!” ironiza a frieza dos ricos, enquanto “Magnata, aquele tiro que sai pela culatra!” sugere que a ganância pode se voltar contra o próprio magnata. Ao afirmar “Música é meu néctar”, a banda valoriza a arte e a cultura como verdadeiras riquezas, em contraste com a busca individualista pelo dinheiro. Assim, “Magnata” propõe uma reflexão sobre o real valor das coisas e critica a lógica do acúmulo material.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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