
Campeiro Não Tem Enfeite
Baitaca
Orgulho e tradição gaúcha em “Campeiro Não Tem Enfeite”
“Campeiro Não Tem Enfeite”, de Baitaca, valoriza a vida simples do homem do campo e destaca a autenticidade como um traço fundamental da identidade gaúcha. A letra transforma sinais de uso e desgaste, como “bombacha remendada”, “bota esfolada” e “poncho furado”, em símbolos de honra e experiência. Em vez de vergonha, essas marcas são celebradas como provas de uma vida dedicada ao trabalho rural. O verso “meus versos não tem remendo” reforça essa autenticidade, mostrando que tanto suas palavras quanto seus hábitos são verdadeiros e sem artifícios.
Baitaca utiliza a canção para exaltar a cultura gaúcha e o estilo galponeiro, reforçando a identidade do campeiro que resiste às modernidades e ostentações. Isso fica claro em versos como “não me acostumo com essas comida moderna, bucho cozido pra um índio xucro é filé”, que expressam orgulho em manter hábitos tradicionais e rejeitar novidades que não condizem com sua origem. O refrão “campeiro não tem enfeite” funciona como um manifesto de simplicidade e resistência cultural. Ao mencionar o “Rio Grande véio” e a história feita “a casco de cavalo e a ponta de lança”, a música conecta o indivíduo à trajetória coletiva do povo gaúcho, reforçando o sentimento de pertencimento e continuidade dos costumes. As expressões típicas e detalhes do cotidiano rural transmitem emoções de orgulho, pertencimento e humor, aproximando o ouvinte da realidade do campo e mostrando que a verdadeira riqueza está na tradição, não nas aparências.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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