
Castração a Pealo
Baitaca
Tradição e orgulho rural em “Castração a Pealo” de Baitaca
Em “Castração a Pealo”, Baitaca transforma um procedimento rural tradicional em um símbolo de identidade gaúcha. A letra descreve detalhadamente a castração a pialo, prática antiga em que o animal é laçado e imobilizado manualmente, sem o uso de equipamentos modernos. O artista destaca a coragem e a habilidade dos peões, valorizando o conhecimento passado de geração em geração. Termos regionais como “sinuelo”, “mangueira”, “cusco” e “rincão” reforçam a ligação com a cultura do sul do Brasil, transportando o ouvinte para o ambiente campeiro e evidenciando a vivência autêntica do autor nesse universo.
A música também enfatiza a importância da tradição e da coletividade no campo. Elementos como o mate ao amanhecer, a cachaça compartilhada na guampa e a música da cordeona ao final do dia mostram como o trabalho rural é permeado por rituais e celebrações. O trecho “Se de mão-em-mão a canha vai e vem / Os bagos na cinza é só bater o tição / Castração a pialo outra igual não tem / Este é o ritual aqui do meu rincão” resume o espírito de comunidade e respeito às práticas herdadas. Ao citar a estância Itacurubi, Baitaca personaliza a homenagem, eternizando a tradição em um verso, como pedido pelo patrão. Assim, a canção vai além de narrar o cotidiano rural, celebrando a resistência e o orgulho das raízes gaúchas.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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