
Fazenda da Viúva
Baitaca
Tradição e relações no campo em “Fazenda da Viúva”
Em “Fazenda da Viúva”, Baitaca retrata com simplicidade e riqueza de detalhes a vida rural e as relações sociais do interior gaúcho. A letra descreve o ambiente da fazenda com elementos típicos, como “um terrero de galinha carijó pena de seda” e “uns quarenta redomão e uma tropilha de mouro”, destacando o apego às tradições e à rusticidade do campo, características marcantes tanto na obra do artista quanto na cultura do Rio Grande do Sul.
A narrativa acompanha a chegada do gaúcho à fazenda da viúva, “pra falar de casamento”. O gesto de “pôr o chapéu no cabide” e o acolhimento na cozinha, com comidas típicas como pastel, pão com mel, café preto e bolo frito, evidenciam a hospitalidade e os rituais de aproximação no meio rural. O trecho “A printa ela disse haver duas precisão / A fazenda do patrão e eu preciso de encosto” revela um jogo de interesses mútuos, onde o casamento é visto tanto como união afetiva quanto como solução prática para a vida na fazenda. O duplo sentido de “precisar de encosto” sugere tanto a busca por companhia quanto por apoio físico e social. Ao final, a integração do personagem ao CTG e à comunidade reforça a importância da coletividade e da tradição, enquanto a rancheira simboliza a celebração dessa nova fase, unindo romance, trabalho e cultura regional.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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