
Um Bagual Corcoveador
Baitaca
Tradição e bravura gaúcha em “Um Bagual Corcoveador”
A música “Um Bagual Corcoveador”, de Baitaca, retrata com autenticidade o cotidiano do peão gaúcho diante do desafio de domar um cavalo indomável. Termos regionais como “bagual” (cavalo não domado), “corcoveador” (que dá coices) e “taura” (homem valente) reforçam a identidade cultural do Rio Grande do Sul e aproximam a narrativa da realidade dos trabalhadores rurais. A referência à cidade de Maçambará ancora a história em um cenário real, tornando a experiência ainda mais próxima do universo do campo.
A letra descreve momentos de tensão e habilidade, como quando o cavalo “se assustava da estaca e da sombra de um maneador” e dispara desgovernado, criando imagens de poeira e força. O peão, mesmo diante do perigo – “Senti a força do vento me arrancando dos arreios” –, mostra coragem e persistência, conseguindo domar o animal e transformá-lo em “montaria de patrão”. Esse processo simboliza a superação de desafios e o respeito mútuo entre homem e cavalo, valores centrais na cultura gaúcha. Ao final, a música celebra o orgulho de ser peão e a vontade de seguir “campereando nesse Rio Grande bagual”, exaltando a bravura e a tradição do campo.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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