
Xucro de Berço
Baitaca
Orgulho e raízes rurais em “Xucro de Berço” de Baitaca
Em “Xucro de Berço”, Baitaca expressa com orgulho a autenticidade e o modo de vida rural, destacando o valor de se manter fiel às próprias origens. O termo “xucro”, presente no título e repetido na letra, simboliza alguém não domesticado, reforçando a ideia de resistência às mudanças impostas pela modernidade e de apego à cultura gaúcha. A música descreve cenas típicas do campo, como “golpeando potro”, “pealando égua gaviona” e “cortei charque na carona”, que remetem diretamente às tradições do Rio Grande do Sul e ilustram o cotidiano simples, mas cheio de significado para quem vive essa realidade.
A nostalgia é um elemento central, especialmente quando o narrador diz “hoje só resta a saudade dos velhos tempos de piá”, revelando um olhar saudoso para a infância e juventude no campo. Expressões como “de bombacha arremangada sem camisa pé no chão” e “já comi bago de touro com cinza sem botar sal” reforçam a rusticidade, o humor e a resistência do personagem, além de valorizar as experiências autênticas do interior. O verso “o pingo a china o cachorro, são três tesouros sagrados” destaca a importância dos laços afetivos e dos pequenos valores do dia a dia rural. Assim, a canção celebra a identidade gaúcha e a liberdade de quem escolhe viver de acordo com suas tradições, mesmo diante das dificuldades e da saudade do passado.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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