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Nie Ma Wody Na Pustyni

Bajm

Letra

Não Tem Água No Deserto

Nie Ma Wody Na Pustyni

Não tem, não temNie ma, nie ma
Água no deserto,Wody na pustyni,
E os camelos não querem mais andarA wielb³¹dy nie chc¹ dalej iœæ

Rastejar já faz tempoCzo³gaæ sie ju¿ d³u¿ej
Não tenho forças,Nie mam si³y,
Oh, como eu quero, quero beberO, jak bardzo, bardzo chce sie piæ

Nossa caravana se afunda na areia,Nasza karawana w piach sie wciska,
Afunda como um barco de cem toneladasTonie w niej jak stutonowa ³ód
Nosso maestro nos observa de perto,Nasz kapelmistrz patrzy na nas z bliska,
Cabelos sujos ficam em pé como arameBrudne w³osy stoj¹ mu jak drut

Nosso maestro bebe vinho velho,Nasz kapelmistrz pije stare wino,
Nos olhos dele vejo um brilho selvagemW oczach jego widze dziki blask
Ele já tá bêbado como um porcoSpi³ sie ju¿ dok³adnie tak jak œwinia
E com um chicote nos bate nas costasI po ty³kach batem bije nas

Lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá, láLa, la, la, la, la, la, la, la, la, la
Lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá, láLa, la, la, la, la, la, la, la, la, la

O deserto nos puxa da cabeça aos pésPustynia wci¹ga nas od g³owy do piet
Queima os olhos, seca o corpo e o sangueWypala oczy, suszy cia³o i krew
E só trach, trach, trach,I tylko trach, trach, trach,
O areia range nos dentesZgrzyta w zebach piach
O sol queima as barrigas,S³oñce opala brzuchy,
O vento bagunça nossas roupasWiatr tarmosi nasze ciuchy

Lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá, láLa, la, la, la, la, la, la, la, la, la
Lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá, láLa, la, la, la, la, la, la, la, la, la

Só areia! Areia seca!Tylko piach ! Suchy piach !
Só areia! Areia seca!Tylko piach ! Suchy piach !
Só areiaTylko piach
Seca, seca, secaSuchy suchy suchy

Não tem, não temNie ma, nie ma
Água no deserto,Wody na pustyni,
E ainda temos um longo caminho pela frenteA przed nami jeszcze drogi szmat
De quem é a culpa, de quem é a pena,Czyja to jest kara, kogo wina,
Que já estamos rastejando há tantos anos?¯e czo³gamy sie ju¿ tyle lat ?

Nosso maestro bebe vinho velho,Nasz kapelmistrz pije stare wino,
Nos olhos dele vejo um brilho selvagemW oczach jego widze dziki blask
Ele já tá bêbado como um porcoSpi³ sie ju¿ dok³adnie tak jak œwinia
E com um chicote nos bate nas costasI po ty³kach batem bije nas

Lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá, láLa, la, la, la, la, la, la, la, la, la
Lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá, láLa, la, la, la, la, la, la, la, la, la

O deserto nos puxa da cabeça aos pésPustynia wci¹ga nas od g³owy do piet
Queima os olhos, seca o corpo e o sangueWypala oczy, suszy cia³o i krew
E só trach, trach, trach,I tylko trach, trach, trach,
O areia range nos dentesZgrzyta w zebach piach
O sol queima as barrigas,S³oñce opala brzuchy,
O vento bagunça nossas roupasWiatr tarmosi nasze ciuchy

Lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá, láLa, la, la, la, la, la, la, la, la, la
Lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá, láLa, la, la, la, la, la, la, la, la, la


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