Fim de Caboclo
Baltazar Violeiro e Martinho
Tradição e dor no sertão em “Fim de Caboclo”
“Fim de Caboclo”, de Baltazar Violeiro e Martinho, retrata a vida de um homem simples do campo, que encontra sentido e alegria em sua rotina e no trabalho manual. A letra destaca detalhes como a construção da casa com “baldrames de aroeira”, a canalização da água e a fabricação de utensílios como monjolo e pilão, mostrando o orgulho do caboclo pela autossuficiência e pelo modo de vida rural. O protagonista enfrenta desafios como limpar a “capoeira a peso do enxadão” e cuidar do gado e do cavalo alazão, elementos que reforçam a ligação com a cultura sertaneja, sempre valorizada pela dupla.
Apesar do isolamento, evidenciado pela ausência de vizinhos e pela luz “do azeite na candeia”, o personagem encontra conforto no amor e nos planos de casamento com sua amada. A reviravolta acontece quando ele descobre, por um bilhete escrito com carvão, que foi abandonado por ela, que buscou “mais luxo e conforto” com outro homem. O contraste entre a felicidade simples e a dor do abandono é o ponto central da música, culminando na morte do caboclo “de tanta paixão”. A canção ressalta tanto a beleza quanto a dureza da vida rural, mostrando que, mesmo forte e resiliente, o caboclo é vulnerável à perda do amor, característica marcante das composições de Baltazar Violeiro e Martinho.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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