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E se for teu?

Banda Atrito

Dúvida e ironia sobre paternidade em “E se for teu?”

“E se for teu?”, da Banda Atrito, aborda de forma irônica e descontraída a dúvida sobre a paternidade de uma criança. Logo no início, a letra utiliza linguagem coloquial e expressões populares para mostrar a tentativa do narrador de se eximir da responsabilidade: “Não sei quem foi, mas não fui eu / ela rodou, como é que o filho eh meu”. Aqui, a música sugere que a mulher teve outros parceiros, o que gera incerteza sobre quem seria o pai. O verso “já foi sua, já foi minha” reforça a ideia de uma relação não exclusiva, enquanto “como é que eu, é que pago a amarelinha?” usa o jogo infantil como metáfora para “pagar o pato” ou assumir sozinho uma responsabilidade que seria de mais pessoas.

O refrão repete a dúvida e a tentativa de transferir a responsabilidade: “E se for teu, e se for teu / teste de dna vai provar que o filho é teu”. A menção ao teste de DNA ironiza a situação, mostrando que a discussão chegou ao ponto de precisar de provas científicas. A letra também cita programas de TV como “Faustão” e “Ratinho”, conhecidos por expor casos de paternidade, reforçando o tom de sátira e crítica social. Ao dizer “eu não fiz só, como vou bancar sozinho?”, o narrador expressa o desconforto de arcar sozinho com as consequências de uma situação compartilhada, mantendo sempre o tom leve e irônico diante de um tema delicado.

Composição: Banda Atrito. Essa informação está errada? Nos avise.

O significado desta letra foi gerado automaticamente.


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