Opereta Sertaneja
Banda Avis Rara
Bezerro magro de urubu ter dó, ter dó
Cacimba lama, depois sé pó
Capim bagaço garrancho graveto
Juriti, nambu, calango no espeto
Peito murcho não da leite
Mas acalma a criança
Pois não há quem aceite
Tanta falta de esperança
O gibão e minha armadura
O facão e minha espada
Manejada com a mão dura
Calejada na inchada
Meu Destino é morrer
Enterrado numa rede
Cansado de sofrer
De Fome ou de sede
Bezerro magro de urubu ter do, ter do
Cacimba lama, depois sé pó
Capim bagaço garrancho graveto
Juriti, nambu, calango no espeto
No sertão e diferente
Coronel sem patente
Escravo sem corrente
Terra sem semente
Mas quando a chuva molha a terra
Sai a vida até de pedra
E como em toda guerra
O sertanejo não se entrega
Salve meu sertão nordestino



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