
Barracos (Escombros)
Banda Beijo
Realidade das favelas em "Barracos (Escombros)" da Banda Beijo
"Barracos (Escombros)", da Banda Beijo, aborda de forma direta a precariedade das moradias nas favelas e a instabilidade vivida por quem reside nesses locais. O trecho “Esse barraco vai cair / Eu não me canso de avisar / Ele não tem alvenaria / Não tem coluna pra apoiar” destaca não só a fragilidade física das casas, mas também a ausência de apoio social e estrutural para essas comunidades. A música utiliza a imagem do barraco prestes a desabar como símbolo do risco constante e da falta de segurança, tanto material quanto emocional.
A letra segue um tom realista ao retratar o abandono e a exclusão social, como em “onde o diabo faz fogo / pra onde deus virou as costas”, evidenciando a sensação de desamparo. Expressões como “onde a morte começa / onde a vida termina” e “pra quem vive nos escombros / sem poesia e sem paixão / sem mel, sem céu, sem sonho / com o coração na mão” reforçam a desesperança e a dureza do cotidiano. Ao mencionar “tá no beco sem saída / tá perdendo a graça / tá ganhando mais ferida”, a canção mostra o acúmulo de sofrimento e a falta de perspectivas. Assim, "Barracos (Escombros)" cumpre um papel social importante ao denunciar as condições desumanas das favelas e dar visibilidade a uma realidade frequentemente ignorada.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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