
A Marreca II - A vingança
Banda Cavalinho
Humor e crítica em “A Marreca II - A vingança” no baile
“A Marreca II - A vingança”, da Banda Cavalinho, retoma o universo de “Marreca” e faz da “vingança” um jogo de destino e trocadilhos. A letra explora o duplo sentido entre “marreca” (conotação sexual) e “merreca” (pouco dinheiro), colando humor e crítica social. Fiel à irreverência que a consagrou nas Oktoberfests de Blumenau, a banda mistura tradição germânica e malícia brasileira. O refrão com sotaque caricaturado do “japonês” — “Lava, lava, esflega, esflega... / Êta vida dula!” — intensifica a comicidade de boteco que Cavalinho leva aos bailes e aos shows.
A narrativa é direta: Suzete torra tudo “vendendo a marreca numa rua”, consegue bico numa lavanderia, trabalha até chorar no domingo e, no fim do mês, recebe “uma merreca” — pequena como “o tamanho do bilau do japonês”. A letra empilha termos como “esfrega”, “passa” e “pendura” para sugerir ao mesmo tempo trabalho pesado e subtexto sexual. Quando Suzete tenta mudar de vida, a “vingança” vem como ironia: ela cai de novo nas mãos dos mesmos tipos — “o Olavo e o japonês”. O castigo é circular e, nessa comédia de costumes, quem se dá bem é a piada. O humor picante, marca da Cavalinho desde os anos 90 e onipresente na Oktoberfest, embala a pista enquanto aponta a exploração disfarçada de farra — salário baixo, bico precarizado e o riso que mascara a dureza do cotidiano.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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