
Naná Naná
Banda Eva
Romance em festa em “Naná Naná”, da Banda Eva (1995)
“Naná Naná” transforma a chamada do nome em um refrão-mantra romântico que encurta a distância entre fantasia e encontro. A letra sai do devaneio para o toque: de “Eu vivo num mundo de sonhos, querendo alguém pra me amar” ao pedido direto “Quero sentir do teu corpo um abraço forte”. O clima é de desejo e espera com correspondência: “Sei que queres este momento / Eu também esperei tanto”. Ao repetir “É Naná, Naná”, o eu lírico cria intimidade e um balanço que convida a dançar — funciona como chamado pessoal e como grito de trio que agita a multidão. Há urgência para transformar o sonho em realidade, explicitada em “Viver desse jeito, assim / Oh! Baby (ah, meu bem), não dá”.
Lançada em 1995 no álbum Hora H, com Ivete Sangalo à frente da Banda Eva, e composta por Cay, Lú e Lula Novaes, a canção já trazia esse romantismo direto, típico do axé de pista sem perder ternura. A regravação de 2013, com Felipe Pezzoni, produção de Marcelinho Oliveira e Jonga Cunha, e participação de Denny (Timbalada), atualizou a batida e reforçou a pulsação percussiva do refrão. Mesmo com o som mais encorpado, a essência permanece: busca por amor, entrega e a sensação de encontro imediato que o nome “Naná” convoca.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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