
Desencanto
Banda Lupa
Desilusões e autoconhecimento em "Desencanto" da Banda Lupa
Em "Desencanto", a Banda Lupa adota um tom introspectivo para abordar o fim de um relacionamento marcado por promessas não cumpridas. O verso “cemitério de promessas que nunca levei a sério” mostra um olhar autocrítico sobre expectativas frustradas, transformando o acúmulo de decepções em um peso emocional. Conhecida por tratar temas de amor e liberdade com sinceridade e ironia, a banda aqui mergulha em uma reflexão mais melancólica sobre o desgaste das ilusões e a aceitação do término de um ciclo afetivo.
O trecho “Eu te fiz um favor / Te esvaziei de mim” sugere que o afastamento é visto como um ato de honestidade e alívio, não como derrota. Já a metáfora “Toda pessoa é uma Lua / Você só viu uma luz que não é minha / Era tua” reforça a ideia de projeção: o outro enxergava qualidades que, na verdade, eram dele próprio, não do narrador. O questionamento “Pra quem, você, dobra o seu joelho?” amplia o desencanto, trazendo dúvidas sobre fé, amor e propósito. O momento de autoconhecimento aparece em “milagre sendo feito / um soco no meu peito / hoje eu ouvi meu coração”, mostrando a dor e a necessidade de encarar a verdade. O final, com “Nós não somos nada / Nunca fomos e nunca seremos / Somos só versões gastas / De promessas que fizemos”, resume o sentimento de desencanto e a libertação que vem ao abandonar idealizações frágeis.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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