
Revolta Olodum
Banda Mel
Resistência e identidade nordestina em “Revolta Olodum”
A música “Revolta Olodum”, da Banda Mel, destaca como a resistência nordestina é construída a partir de uma rede de personagens e movimentos históricos. Ao citar figuras como Antônio Conselheiro, Zumbi dos Palmares, Lampião, Maria Bonita e Corisco, a banda homenageia esses ícones e reforça que a história do Nordeste é marcada por revoltas e lideranças que desafiaram a opressão, como a Balaiada, a Revolta dos Malês e a Revolta dos Búzios. Cada nome citado representa um legado de luta contra a escravidão, a exploração e a marginalização social.
A letra utiliza expressões regionais, como “cabras da peste” e “Pelourinho, Olodum somos do Nordeste”, para afirmar o orgulho e a força cultural do povo nordestino. O verso “Eu sou mandinga, balaiada / Sou Malê / Sou búzios, sou revolta, arerê” resume essa multiplicidade de identidades e lutas, mostrando a canção como um manifesto de pertencimento e resistência coletiva. A referência ao Olodum, grupo afro-baiano conhecido por sua atuação cultural e social, amplia o sentido de resistência para além do Nordeste, conectando-o à luta negra e à valorização das raízes africanas no Brasil. Assim, “Revolta Olodum” se consolida como um hino de celebração da história, cultura e coragem do povo nordestino.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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