
Fruto do Jogo
Banda Start
Vivência e resistência nas ruas em “Fruto do Jogo”
A música “Fruto do Jogo”, da Banda Start, retrata de forma direta como a identidade dos integrantes é marcada pela experiência nas ruas do Rio de Janeiro. A letra destaca a necessidade de manter o autocontrole diante das dificuldades e das cobranças constantes do ambiente urbano. O verso “É que eu sou fruto do jogo / Já que eu vejo mais parede do que ponde eu derrubo a porta” mostra como o ambiente hostil e competitivo limita oportunidades, mas também fortalece quem consegue sobreviver, exigindo resiliência e desconfiança.
A canção mistura relatos pessoais e observações do cotidiano, como em “Eu não sou o único problema / Eu não sou o único neguin que bota a cara e vai sem pena”, evidenciando que a luta é coletiva, mas cada um enfrenta seus próprios desafios. O trecho “É que eu dou dinheiro, mas não dou intimidade / Intimidade é uma merda / Confiança demais fode contigo cumpadi” reforça a importância da cautela nas relações, refletindo a realidade das ruas, onde confiar demais pode ser perigoso. Expressões como “frio, sangue frio” e referências ao isolamento mostram tanto a necessidade de autocontrole quanto o desgaste emocional de quem vive sob pressão. O contexto do grupo, formado por artistas que cresceram nesse cenário, reforça que a música é um retrato autêntico das batalhas diárias, da busca por respeito e da sobrevivência no “jogo” da vida nas ruas.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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