Varejeira
Banda Xeiro Verde
A irreverência e liberdade em "Varejeira" da Banda Xeiro Verde
Em "Varejeira", a Banda Xeiro Verde transforma a figura da mosca varejeira em um símbolo divertido e irreverente de uma mulher que domina a cena noturna. A personagem é descrita como alguém que "está em todo lugar", "gosta é de farrear" e é chamada de "dama da noite" e "rainha do bar". Esses versos reforçam a imagem de uma pessoa animada, livre e que se destaca pelo espírito festeiro, sempre presente nas festas e bares, aproveitando ao máximo a vida noturna.
O refrão "Cisca, cisca, Varejeira, dance comigo a noite inteira" cria um clima descontraído e convida todos a se entregarem ao ritmo contagiante do brega paraense, estilo característico da Banda Xeiro Verde. Já o trecho "Eu sou mesmo a varejeira, vou beber e vou dançar, mas na hora de nhanhar eu vou mesmo é me mandar" mostra a postura independente da personagem: ela se diverte sem se apegar, indo embora quando a situação se torna mais íntima. O uso da gíria regional "nhanhar" (que pode se referir a intimidade ou sexo) e o tom bem-humorado da letra reforçam o espírito popular e brincalhão do brega do Pará, celebrando a liberdade, a autonomia e a alegria de viver a noite sem compromissos.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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