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Memórias e saudade no jardim de “Rosa” dos Bandidos do Cante

A música “Rosa”, dos Bandidos do Cante, utiliza o jardim e as rosas como símbolos para retratar memórias e a saudade de um amor que ficou no passado. O verso “Só as rosas que plantei / Quando a gente era verdade / Sobrou pouco eu não reguei / E o jardim virou saudade” mostra de forma direta como o descuido ou o fim de um relacionamento transforma momentos felizes em nostalgia. O jardim representa o relacionamento que não foi cuidado, e as rosas são as lembranças que restaram desse tempo.

A canção tem um tom calmo e nostálgico, reforçado pelas referências ao Alentejo e ao “sul do Tejo”, regiões conhecidas pela tranquilidade e paisagens marcantes. Ao chamar a pessoa amada de “a rosa mais bonita que brotou no Alentejo”, a letra valoriza tanto a beleza desse amor quanto a ligação afetiva com a terra natal. O contexto do Festival da Canção 2026 e a proposta do grupo de revitalizar o Cante Alentejano aparecem na escolha de imagens simples e universais, tornando a música acessível e emocionalmente próxima do público, sem perder a identidade cultural portuguesa.

Composição: António Santos / Luís Aleixo / Duarte Farias / Miguel Costa / Francisco Pestana / Francisco Raposo / Kasha / Gui Alface / Gonçalo Narciso / Bluay. Essa informação está errada? Nos avise.

O significado desta letra foi gerado automaticamente.


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