
Cabelo Branco
Bando de Tangarás
Envelhecimento e humor popular em “Cabelo Branco”
“Cabelo Branco”, do Bando de Tangarás, aborda o envelhecimento de forma leve e bem-humorada, usando o cabelo branco como símbolo tanto de experiência quanto de possíveis disfarces. O refrão “Óia o cabelo branco, só pode ser tapeação” questiona a ideia de que sinais de idade sempre indicam seriedade ou sabedoria. Pelo contrário, a música mostra que muitos dos “véio sirigaito e bem sapeca” continuam travessos e cheios de energia, mesmo aparentando mais idade. A expressão “cabeça de algodão” reforça esse tom descontraído, sugerindo que a velhice pode ser apenas uma aparência, sem necessariamente mudar o comportamento das pessoas.
A letra traz situações cotidianas e engraçadas, como o coronel assustado ao ver o Cristo Redentor – uma referência ao contexto histórico da inauguração recente do monumento. Outros episódios, como o casamento trocado no escuro e o banquete sem comida, fazem críticas bem-humoradas à desorganização e aos costumes sociais. Elementos do folclore e da cultura popular aparecem na consulta ao pai-de-santo e na sogra “invocada”. As passagens sobre mulheres – solteiras, casadas e viúvas – exploram, com ironia e duplo sentido, os papéis femininos e as relações amorosas. Inspirado pelos cocos e emboladas nordestinas, o Bando de Tangarás transforma essas histórias em uma crônica divertida do cotidiano, misturando crítica social e humor popular.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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